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Oração ao Tempo

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Minha Mãe
És um senhor tão bonito
Quanto a cara do meu filho
Tempo, tempo, tempo, tempo
Vou te fazer um pedido
Tempo, tempo, tempo, tempo

Compositor de destinos
Tambor de todos os ritmos
Tempo, tempo, tempo, tempo
Entro num acordo contigo
Tempo, tempo, tempo, tempo

Por seres tão inventivo
E pareceres contínuo
Tempo, tempo, tempo, tempo
És um dos deuses mais lindos
Tempo, tempo, tempo, tempo...

*****
Estou fazendo um acordo com o Tempo.
Vou ver o mar. Os amigos. A família e o Samba de Raiz. Vou ver o meu Rio de Janeiro...
Volto antes que o mês se vá.
Até lá, espero...
Um abraço.


“Pare o mundo que eu quero descer”

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Renato Russo: “Vamos festejar a inveja, a intolerância e a incompreensão. Vamos festejar a violência e esquecer a nossa gente, que trabalhou honestamente a vida inteira e agora não tem mais direito a nada. Vamos celebrar a aberração de toda a nossa falta de bom senso. Nosso descaso por educação”.
* * *
Marquês de Maricá: “A opinião que domina é sempre intolerante, ainda quando se recomenda por muito liberal”.

* * *
Viva o ódio! (?). Abaixo a tolerância! (?)

Não, não é de hoje que o ódio e a intolerância estão presentes no mundo, na convivência (ou falta dela) entre adversários… ou melhor, inimigos.

Basta lembrar os anos 1930, quando o nazismo e o fascismo se tornaram poderosos na Europa, e por aqui os galinhas verdes, quer dizer, os integralistas, seguiam seus passos.

Parece que estamos voltando a aquele tempo, não?

Dá para lembrar uma frase que se tornou comum há décadas: “Pare o mundo que eu quero descer”, que virou mote de uma música de Raul Seixas.

Sobre o tema, algumas Frases Dissonantes
*****

Denis Diderot: “Há homens cujo ódio nos glorifica”.
* * *
Dom Xiquote: “Odiar é mais nobre e digno que amar: prova é que ocultamos o mais possível os nossos amores, ao passo que damos a máxima publicidade aos nossos ódios.
* * *
Albino Forjaz de Sampaio: “O ódio dá mais prazeres que o amor”.
* * *
Arthur Schopenhauer: “A intolerância é intrínseca apenas ao monoteísmo: um deus único é, por natureza, um deus ciumento, que não tolera nenhum outro além dele mesmo”.
* * *
Charles Bukowski: “Tenho uns poemas que eu sei que aumentarão o ódio.
É bom ter hostilidade, mantém a cabeça relaxada”.
* * *
Bukowski, de novo: “Não, eu não odeio as pessoas. Só prefiro quando elas não estão por perto”.
* * *
Charles Chaplin: “Creio no riso e nas lágrimas como antídotos contra o ódio e o terror”.
* * *
Ditado popular: “Um poder odioso não pode ser duradouro”.
* * *
Millôr Fernandes: “Você pode desconfiar de uma admiração, mas não de um ódio. O ódio é sempre sincero”.
* * *
Clarice Lispector: “O tédio é de uma felicidade primária demais! E é por isso que me é intolerável o paraíso”.
* * *

“Quando não tiver uma palavra de conforto para quem perdeu a mãe ou a esposa, cale a boca”

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Estive em são Bernardo do Campo para uma palestra no Instituto Mauá. 

A cidade já tinha alguma movimentação em função do velório de dona Marisa. A divergência política e o contraditório são excelentes para a democracia. Todo choque tem algumas barreiras. 

Uma é a ética: divergir não implica atacar. Outra, muito importante, é a morte. Nada existe além dela. 

Extinguem-se as animosidades. Termina o ódio no túmulo. Atacar ou ter felicidade pela morte de um ser humano é uma prova absoluta de que a dor e o ressentimento podem enlouquecer alguém. 

Se você sente felicidade pela morte de um inimigo, guarde para si. Trazer à tona torna pública sua fraqueza, sua desumanidade. 


Acima de tudo, mostra que este inimigo tinha razão ao dizer que você era desequilibrado. Contestem, debatam, critiquem: mas enderecem tudo isto a quem possa revidar. 

Por enquanto temos apenas um homem que perdeu sua companheira, filhos órfãos e netos sem a avó. Entre os vivos, surgem divergências e debates. 

Diante da morte, impõe-se silêncio e respeito. Nunca deixem de ser, ou ao menos, tentar parecer, um ser humano. Quando você não tiver uma palavra de conforto para quem perdeu a mãe ou a esposa, simplesmente, cale a boca. Sinto-me envergonhado por coisas que li na internet.

Conheça a verdadeira Marisa Letícia

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Pois é a verdadeira história da Marisa que incomodou e ainda incomoda a tantos.

Incomoda aos Poderosos, as Recatadas e do Lar. Aos que exercem o poder pelo aparato repressivo do Estado, aos empossados ilegitimamente. Aos que não tem história de vida em prol da defesa da luta dos trabalhadores. Aos que não sonham coletivamente. Aos que acham que as mulheres devem apenas caminhar atrás do marido e só aparecer ao lado dele em momentos de pose para fotos oficiais e ritualistas, para agradar à mídia que sobrevive às custas do dinheiro público. 

Quando chegou ao Palácio do Planalto Marisa foi publicamente humilhada por sua origem humilde. Exposta à excreção pública. Teve a sua honra borrada , sem provas. Sofreu ataques violentos nas redes sociais - o que agravou o seu histórico de saúde. Foi acusada de crimes até hoje não comprovados e suportou a pressão enquanto pôde.

- Mas, chegou ao limite do que o realmente humano é capaz suportar. E nesse espetáculo midiático sistemático, acharam uma criminosa. Mas, nunca encontraram o crime!

Desde que partiu, "gente" de todos os tipos foram prestar solidariedade ao Presidente Lula. Gente sincera. Gente do povo e gente hipócrita, como o atual governo golpista. que com o apoio da mídia golpista ajudou a golpear o Lula e, consequentemente, a Dona Marisa. Depois deste lamentável e evitável episódio, estes jamais dormirão em paz. Se que é algum dia conseguiram dormir.

Marisa agora está livre. Livre da sana insana dos supostos e construídos heróis do Brasil.

A Estrela da Dona Marisa brilhará para sempre!



Beth Muniz

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